Comportamento infantil e abandono: fatores influentes na conduta de crianças vulneráveis
DOI:
https://doi.org/10.33936/psidial.v4i2.7275Palavras-chave:
Abandono infantil, Comportamentos infantis, Fatores influentes, Institucionalização, NegligênciaResumo
O abandono em crianças institucionalizadas constitui um dos problemas sociais mais críticos da atualidade. A negligência e o abuso sexual representam as causas mais frequentes de ingresso em instituições de proteção, embora não exista uma definição universalmente aceita para estes termos. O presente estudo tem como objetivo identificar os fatores determinantes que influenciam as condutas de crianças em situação de abandono. A investigação adotou um delineamento descritivo com uma abordagem mista, integrando metodologias quantitativas e qualitativas. A população do estudo incluiu 34 meninas e 1 menino, com idades compreendidas entre os 8 e 11 anos, que se encontram sob proteção legal na cidade de Santo Domingo de los Tsáchilas. A seleção da amostra baseou-se no critério de inclusão de crianças que apresentassem pontuações no nível "Muito Severo" do Teste ESPERI, uma ferramenta desenhada para avaliar quatro dimensões do comportamento: inatenção/impulsividade, conduta dissocial, pré-social e oposicionista-desafiador.
Além disso, analisou-se o motivo de ingresso nas instituições como um fator relevante na manifestação e evolução das condutas observadas. Entre as principais causas identificadas encontram-se a negligência, incluindo aspetos como desatenção na alimentação e higiene, ausência de cuidadores, maus-tratos físicos e abandono, bem como o abuso sexual, que abrange o tráfico infantil, abuso por parte de familiares e pessoas do ambiente próximo. Os problemas comportamentais graves em menores institucionalizados estão vinculados a experiências adversas precoces e à interação com pares que compartilham estilos de vida semelhantes, o que reforça atitudes negativas e desconfiança em relação ao seu entorno.
Downloads
Referências
American Psychological Association [APA]. (2014). Manual de diagnóstico
y estadístico de los trastornos mentales (DSM-5). Editorial Médica
Panamericana.
Aquehua, C. (2018). Confiabilidad y validez de las puntuaciones del Cuestionario
ESPERI de Transtornos del Comportamiento en Adolescentes escolarizados
en S.J.L 2018. https://repositorio.ucv.edu.pe/handle/20.500.12692/29328
Arruabarrena, I., y De Paúl, J. (2002). Evaluación de un Programa de Tratamiento
para Familias Maltratantes y Negligentes y Familias Alto-Riesgo. Redalyc.
org. https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=179818141005
Bascuñán, S. L. 2009. Maltrato infantil: una dolorosa realidad puertas adentro.
In: C. U.-ONU. Santiago de Chile: Naciones Unidas. 12 p.https://
www.scielo.org.mx/scielo.php?script=sci_nlinks&pid=S2007-
&lng=en
Cantón-Cortés, David, & Rosario Cortés, María. (2015). Consecuencias del abuso sexual
infantil: una revisión de las variables intervinientes. Anales de Psicología,
(2), 607-614. https://dx.doi.org/10.6018/analesps.31.2.180771
Estévez, B. (2018). Maltrato Infantil-Negligencia [Tesis de maestría, Universidad
Oberta de Catalunya]. https://openaccess.uoc.edu/bitstream/10609/86185/6/
bestevezrTFM0718memoria.pdf
García. (2006). Tratamiento cognitivo conductual de la agresividad. Psicoterapeutas.
com. http://www.psicoterapeutas.com
González, J. (2007). El origen de la conducta agresiva. Revista Psicoeduca, 10.
Entender el abuso y la negligencia infantil: explicación de la política de la AAP.
(2018). HealthyChildren.org. https://www.healthychildren.org/Spanish/
safety-prevention/at-home/Paginas/What-to-Know-about-Child-Abuse.
aspx
Machado, J. (2019, 15 agosto). Unos 830 niños viven en casas de acogida por
negligencia de sus padres. Primicias. https://www.primicias.ec/noticias/
sociedad/ninos-negligencia-casas-de-acogida-maltrato/
Manso, M., y Manuel, J. (2006). Revisión de los principales modelos teóricos
explicativos del maltrato infantil. Enseñanza E Investigación En
Psicología, 11(2), 271-292. https://biblat.unam.mx/es/revista/ensenanza-einvestigacion-
en-psicologia/articulo/revision-de-los-principales-modelosteoricos-
explicativos-del-maltrato-infantil
Márquez, J., Díaz, J., y Cazzato, S. (2007). La disciplina escolar: aportes de las
teorías psicológicas. Revista de Artes y Humanidades UNICA, 8(18), 126-
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Karina Paola Echeverría Cobeña, Antonia Katherine Navia Cedeño

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
